Já devem ter reparado na importância do sorrir ou não sorrir em determinadas circunstâncias. Há pessoas para quem o sorriso é natural e espontâneo, e outras para quem o sorriso é algo que poucas ou raras vezes acontece. Há caras que estão vincadas de tanto sorrir, e outras vincadas por nunca o fazer.
Um sorriso ilumina o rosto de quem sorri, e dá à pessoa que recebe o sorriso um sinal de simpatia e de abertura. Experimentem abordar um polícia, por exemplo, perguntando por uma direcção. Se sorrirem o polícia explicar-vos-á o caminho com pormenor e se for preciso até vos faz um desenho. Se não sorrirem, o mais provável é que o policia vos despache com uma indicação rápida e bastante confusa do trajecto até ao destino.
Os políticos perceberam já há bastante tempo a importância do sorriso, vejamos o caso de Kennedy; Bill Clinton; Obama, Ramalho Eanes (por não sorrir e querer dar um ar de sobriedade, e rigor, numa altura em que Portugal precisava de uma líder sério) e Paulo Portas, com o seu sorriso Pepsodente, nem sempre condizente com a expressão do rosto. Goste-se ou não das personagens o facto é que não podemos negar que cada uma delas joga com o sorriso, ou falta dele, para transmitir uma imagem.
Os olhos são o espelho da alma, já alguém disse, e o sorriso aberto, “amarelo”; de circunstância; de educação, de maledicência ou de desdém é facilmente denunciado pelo olhar.
Pensem nisto, e sorriam…